quarta-feira, maio 31, 2006

Droga de batidinha!


Em terra de cego quem tem olho é rei!
Prova de engenharia de produto I: A cola rolando solta. Estudei, mas por que não?
O inspetor com a bunda grudada na cadeira.
Tudo preparado pra eu jogar no lixo as estafantes noites de estudo.
Ela chegou em minhas mãos, quase microscópica. Coitados dos míopes!
Sempre tive medo de colar. Por isto, comecei a soluçar quando ví que só tinha duas opções: Colava, ou passava adiante.
Senti uma batidinha cada vez mais insistente na cadeira.
Ops, a batidinha é agora uma batidona e estava me tirando do sério!
Não aguento mais!
"MEU, QUER FAZER O FAVOR DE PARAR DE BATER NESSA POR#$@ DE CADEIRA?", gritei. "Eu já passo a droga da cola!"
O resultado? Recuperação, é claro!

Moral da história?
(Leia a primeira frase do texto por favor!)

A culpa foi da bermuda!


Seguindo uma idéia lúcida e óbvia de um célebre ainda desconhecido (tito) comecei hoje a mudança em algumas coisas por aqui.
As mirabolantes aventuras não deixarão de existir, elas só passarão a ser contadas de forma a não te cansar tanto!
Uma rapidinha, então, topas?
Sábado passado tive que ir pra facu.
Sábado???? Calma não foi engano, tenho aulas aos sábados, depois bolem um plano para acabar com a vida do meu professor de algoritmo.
Entrei na sala, sentei, estava de bermuda.
O professor tinha ficado doente.
Veio então um substituto, fomos pro laboratório de informática pra uma aula prática.
Algoritmo com aula prática em lab de informática? Sei lá meu, foi aquele tanso que propôs!
Uns camaradas então propuseram enquanto a aula rolava, assistir uns videos "educativos".
Posições múltiplas e variadas, sobes e desces, triviais e convencionais a parte.
O cara (professor substituto) resolve chamar alguém para ir na frente e pagar mico (king kong no caso!).
Eu, pra variar, sempre sou o sortudo pra essas coisas, ô urucubaca!
Uma tragédia total.
Muitos risos, cochichos, gargalhadas e um: por favor pode sentar, em menos de 2 minutos!
Tudo porque a tal bermuda resolveu denunciar aquilo que todo homem faz quando fica exposto a imagens que o façam ficar em alerta!
Que atire a primeira pedra quem nunca ficou excitado e chegou a molhar as calças? É natural do homem e da mulher poxa!
O meu caso foi involuntário e completamente exposto.
A culpa foi daquela bermuda!!!

domingo, maio 28, 2006

Caçadores de raves!


De tudo o que tem acontecido nada é mais trágico do que não saber o que rolou na ultima festa do fim de semana das turmas de Direito, Medicina, etc.
Ficar de fora de uma festa da faculdade, é decretar sua total isolação dos grupos mais badalados e populares, uma bobagem necessária!
Em uma dessas minhas mirabolantes aventuras, descobri através de um flyer (panfleto) entregue a todos que passam pelo corredor mais movimentado de toda a universidade, o do bloco de comércio exterior e administração, que num desses finais "fatídicos" de semana, aconteceria em uma chácara distante, uma dessas festas rave.
Já tinha ouvido falar e muito das festas rave daquela região.
Me animei todo, cheguei a comentar com o pessoal da minha turma, agitei uma galera pra ir, fechamos todos os esquemas para o fim de semana de muita curtição!
Para meu posterior espanto, mas de antemão conhecimento, meus colegas de turma eram em sua maioria uns desinformados de tudo.
E eu caí no mesmo erro deles.
Na euforia de ir para minha primeira festa rave da faculdade, não prestei atenção no endereço da chácara onde aconteceria, mas só me dei conta disso quando estávamos a 26 km da cidade, em plena Rodovia, numa escuridão total.
Como se não bastasse, um colega de um colega que estava conosco, havia feito um esquenta (enchido a cara!) muito empolgante, e já estava chamando o raul ali dentro do carro, que nojo!
Mas não desistimos! Nosso faro masculino nos dizia que estávamos próximo, bem próximo de chegar numa placa que indicava que tínhamos passado da entrada que nos levaria a tal chácara, uns 15 quilômetros atrás.
Voltamos, pegamos a tal entrada que nos levaria até nossa redenção do final de semana, que logo tornou-se em uma frustrada tentativa de se dar bem com alguma guria que encontrássemos na festa.
Para maior desgosto e insatisfação geral, o pneu fura.
Mais careca que pneu de carro de universitário, eu ainda não conhecí! E o pior, mais liso que nós, só pau de cebo em festa de são joão!
Por sorte não estávamos tão longe da Rodovia.
Mas os cabeça-dura dos meus colegas, preferiram esperar que alguém que fosse pra festa na chácara passasse. Pura ilusão!
Dez minutos, meia hora, uma hora e vinte minutos.
Chega!
Vamos até a Rodovia e pedimos ajuda de alguém. eu disse.
Ninguém tinha pensado até então no step, ou se quer numa das maiores invenções do homem: o celular!
O sufoco aumentou quando descobriu-se que não tinha step algum.
E aumentar a minha raiva quando todos tiveram a mesma idéia:
Não vou levar celular porque alguém deve levar!
Que ótimo. Parados no meio do nada, no maior escuro, cinco caras:
Um chamando o raul direto.
Outros dois puxando um beck.
Eu pensando em alguma saída.
O ultimo resmungando, culpando a ex-namorada do acontecido!
Como faltava menos de uma hora e meia para dar seis horas, preferimos esperar porque certamente alguém passaria retornando da festa por aquela estrada.
Dito e feito. Saímos dali umas sete e pouco da manhã.
O saldo disso tudo?
Um step emprestado e um carro até o talo de raul.
Ah, e uma alegria pelo menos, o pessoal que nos deu a ajuda disse que a festa foi horrível e que só tinha mulher feia!