Pequenos Devassos!
Lembro que durante a época da faculdade
tínhamos inúmeras oportunidades de realizar
trabalhos voluntários, e isso com o advento
de abater a carga horária do estágio
supervisionado obrigatório para conclusão do curso.
A universidade naquele tempo mantinha convênio
com uns 120 projetos sociais. Tinha de todo
o tipo e pra todo o gosto e todos os horários.
Desculpa só muito esfarrapada para dizer
que não teve oportunidade de participar de
um ou outro, e olha que o pessoal era expert nisso.
Eu acabei por me envolver em três desse montante
de projetos.
Em um deles eu teria que ajudar uma professora
a explicar para as crianças de 3º a 6º série
temas relacionados à iniciação sexual e sobre a puberdade.
Uma das muitas experiências hilárias e muito traumáticas
da minha carreira acadêmica.
Meu primeiro dia na classe foi até tranquilo. Fui
apresentado para aqueles personagens bizarros com
cara de anjo. Um bando de ninfomaníacos mirins!
A professora tentava explicar sobre amadurecimento de
óvulos e espermatozóides, e eles queriam saber o que
vinha a ser kamassutra!
Meu Deus o mundo estará perdido se esses pequenos
aprendizes de práticas sexuais vierem a crescer.
Fiquei calado uma certa parte da aula só observando, e em
outra tentei acrescentar àquilo que dizia a professora,
tentando amenizar de forma descontraída.
A professora então passou a explicar sobre pêlos pubianos,
e eles queriam saber o que era coito interrompido.
Estava tão apavarado com aquela situação que não
conseguia me mexer, fiquei sentado os 45 minutos
"eternos" de aula, e dali dirigia minhas contidas palavras e sorrisos.
Fim de aula. Saí dali com a certeza que nunca mais voltaria
àquele lugar, nem a ver aqueles avançadinhos.
Surpresa e espanto juntos, fui convidado pessoalmente
pela diretora da escola, que dirigiu uma carta ao
departamento da faculdade, elogiando minha muda
participação na aula e pedindo que eu retornasse na
próxima semana.
Hesitei um pouco de fato, mas um pedido daquele conta
muito para o currículo e principalmente para a carga
horária do estágio, motivo principal de ter me enfiado nessa.
Cheguei na escola fui direcionado pela supervisora ao
auditório, e um dos momentos mais constrangedores da minha
vida começou no exato minuto em que eu pisei naquele degrau.
150! Cento e cinquenta! Exatas cento e cinquenta "crianças"
estavam naquele dia no auditório. Mas para mim, pareciam
1.500 espertinhos querendo saber sobre práticas sexuais.
A professora da semana anterior havia ficado doente, e a
diretora então teve a brilhante idéia de colocar as classes
juntas e aproveitou que no dia seguinte seria feriado, para aprenderem
sobre sexualidade no auditório.
A Segunda Guerra Mundial foi mamão com açúcar na frente do bombardeio
de perguntas, das mais cabeludas, que surgiram daquelas mentes tão
pequenas e inocentes!
Me sentia em um verdadeiro paredão de fuzilamento.
Mesmo assim, conseguia tirar de letra, sem ofender, sem escrachar, e de
forma bem divertida todos os questionamentos.
Mas a bomba de hirochima estava por vir, foi então que ela levantou,
loirinha, cabelinho encaracolado parecia um anjinho! Mas que logo
tratou de mostrar as garrinhas e assim perguntou:
Professor, o senhor se masturba? é igual a transar?
E tinha só 10 anos esta intitulada "criança".
A diretora ficou tão constrangida que pediu rapidamente à zeladora
que tocasse a campanhia para dar encerrada aquela sessão de tortura.
Nunca mais voltei àquela escola, e a nenhuma outra.
Preferi cumprir minhas horas de estágio em uma empresa aplicando o
que havia aprendido de fato na faculdade que cursava:
Direito!
tínhamos inúmeras oportunidades de realizar
trabalhos voluntários, e isso com o advento
de abater a carga horária do estágio
supervisionado obrigatório para conclusão do curso.
A universidade naquele tempo mantinha convênio
com uns 120 projetos sociais. Tinha de todo
o tipo e pra todo o gosto e todos os horários.
Desculpa só muito esfarrapada para dizer
que não teve oportunidade de participar de
um ou outro, e olha que o pessoal era expert nisso.
Eu acabei por me envolver em três desse montante
de projetos.
Em um deles eu teria que ajudar uma professora
a explicar para as crianças de 3º a 6º série
temas relacionados à iniciação sexual e sobre a puberdade.
Uma das muitas experiências hilárias e muito traumáticas
da minha carreira acadêmica.
Meu primeiro dia na classe foi até tranquilo. Fui
apresentado para aqueles personagens bizarros com
cara de anjo. Um bando de ninfomaníacos mirins!
A professora tentava explicar sobre amadurecimento de
óvulos e espermatozóides, e eles queriam saber o que
vinha a ser kamassutra!
Meu Deus o mundo estará perdido se esses pequenos
aprendizes de práticas sexuais vierem a crescer.
Fiquei calado uma certa parte da aula só observando, e em
outra tentei acrescentar àquilo que dizia a professora,
tentando amenizar de forma descontraída.
A professora então passou a explicar sobre pêlos pubianos,
e eles queriam saber o que era coito interrompido.
Estava tão apavarado com aquela situação que não
conseguia me mexer, fiquei sentado os 45 minutos
"eternos" de aula, e dali dirigia minhas contidas palavras e sorrisos.
Fim de aula. Saí dali com a certeza que nunca mais voltaria
àquele lugar, nem a ver aqueles avançadinhos.
Surpresa e espanto juntos, fui convidado pessoalmente
pela diretora da escola, que dirigiu uma carta ao
departamento da faculdade, elogiando minha muda
participação na aula e pedindo que eu retornasse na
próxima semana.
Hesitei um pouco de fato, mas um pedido daquele conta
muito para o currículo e principalmente para a carga
horária do estágio, motivo principal de ter me enfiado nessa.
Cheguei na escola fui direcionado pela supervisora ao
auditório, e um dos momentos mais constrangedores da minha
vida começou no exato minuto em que eu pisei naquele degrau.
150! Cento e cinquenta! Exatas cento e cinquenta "crianças"
estavam naquele dia no auditório. Mas para mim, pareciam
1.500 espertinhos querendo saber sobre práticas sexuais.
A professora da semana anterior havia ficado doente, e a
diretora então teve a brilhante idéia de colocar as classes
juntas e aproveitou que no dia seguinte seria feriado, para aprenderem
sobre sexualidade no auditório.
A Segunda Guerra Mundial foi mamão com açúcar na frente do bombardeio
de perguntas, das mais cabeludas, que surgiram daquelas mentes tão
pequenas e inocentes!
Me sentia em um verdadeiro paredão de fuzilamento.
Mesmo assim, conseguia tirar de letra, sem ofender, sem escrachar, e de
forma bem divertida todos os questionamentos.
Mas a bomba de hirochima estava por vir, foi então que ela levantou,
loirinha, cabelinho encaracolado parecia um anjinho! Mas que logo
tratou de mostrar as garrinhas e assim perguntou:
Professor, o senhor se masturba? é igual a transar?
E tinha só 10 anos esta intitulada "criança".
A diretora ficou tão constrangida que pediu rapidamente à zeladora
que tocasse a campanhia para dar encerrada aquela sessão de tortura.
Nunca mais voltei àquela escola, e a nenhuma outra.
Preferi cumprir minhas horas de estágio em uma empresa aplicando o
que havia aprendido de fato na faculdade que cursava:
Direito!


2 Comments:
Três coisas:
- esses meninos realmente não são normais, no meeeeeeu tempo não haviam essas aulas!
- fundo escuro e letra clara não combinam(já leu algum livro com a página preta?)
- eu já falei que no meu tempo não haviam essas aulas?
see ya!
Gostei muito to teu blog, apesar de te conhecer somente pela net tenho grande admiracao por ti ate mas Dan
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